Gestão Participativa

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Gerir processos, empresas, escolas, órgãos públicos ou organizações não governamentais pressupõe algumas etapas/ações bem conhecidas pelos administradores: conhecimento do contexto de atuação, planejamento, alocação de recursos e pessoas, desenvolvimento das ações, avaliação e replanejamento.

Em contextos dinâmicos de alta complexidade, como são os contextos econômicos e sociais, a gestão centralizada não aproveita os benefícios da diversidade de pontos de vista existentes no interior das próprias organizações para:

  • obtenção de um conhecimento mais aprofundado do contexto;
  • aproveitamento de experiências prévias e detecção de equívocos evitáveis, nas fases de planejamento e  alocação de recursos e pessoas;
  • convergência e engajamento no momento da ação (em função da participação dos colaboradores na fase de concepção);
  • avaliação sistêmica do processo;
  • replanejamento como consolidador da aprendizagem organizacional em todos os níveis.

Apesar de aparentemente mais complicada de ser conduzida, a gestão participativa produz resultados muito mais expressivos e soluções altamente inovadoras.

Ferramentas, técnicas e estratégias desenvolvidas por práticos e estudiosos dos processos e das dinâmicas dos grupos podem abrir caminhos para uma gestão participativa menos sofrida e mais realizadora, em todos os sentidos.